Perpétuo Pesar

Por quê? Decidiste por ação tão extrema, Sem mesmo alertar os que te apreciam Que estava enfrentando problemas, Os quais sobremaneira lhe abatiam.

Por quê? Expressaste sincera alegria, Fizeste-nos rir, vivemos bons momentos. Eu, alheio a tudo, sempre via que tu sorrias, A parte de tamanho interno sofrimento.

Por quê? Tomaste nas mãos o desfecho. Sem nos dar oportunidade de auxiliar, Construindo juntos um novo começo, Ao invés dos que te estimam distanciar.

Porque se pudesse regressar os ponteiros, Certamente aquilo que faria primeiro Seria estender minha mão para lhe amparar.