Despedida
Hoje, o setembro perdeu a cor Ecos da cerimônia agravam a dor O altar está mudo, vazio o lugar Nosso laço sagrado a desatar
Busco uma paz que não apaga a ferida Honro o que fomos nessa despedida Na falta que insiste, resta a clemência: Dois frutos de uma sagrada existência.
Filhos carregam o meu amor sem fim Mágoa sussurra, mas Cristo é em mim Dez anos negados, o voto se partiu Na cruz me refaço, o pranto esvaiu.